Protocolos Banco de Sémen

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Protocolos – Banco de sémen2019-07-23T09:34:21+00:00

Os nossos dadores são submetidos a um rigoroso protocolo de selecção, que é constantemente actualizado com a adição de novos testes, melhorando os existentes e sempre com o objectivo de oferecer a melhor possibilidade de conseguir o sonho de toda mulher, não só a obtenção de uma gravidez, não apenas um filho, mas uma CRIANÇA SAUDÁVEL.

Não só realizamos os testes exigidos pela normativa espanhola, como também completamos o estudo de acordo com as recomendações de Sociedades Científicas Nacionais e Internacionais.

  • 95% são estudantes universitários

  • 99% têm nacionalidade espanhola

  • Idade compreendida entre 18-50 anos

  • Média de idade de 21 anos

Selecção de Dadores

É realizado um historial médico pessoal e familiar, remontando até aos avós, com o objectivo de descartar doenças de tipo hereditário.

Incorpora-se um teste psicológico, seguindo as recomendações da Sociedade Espanhola de Fertilidade (SEF).

Como a legislação não recolhe os critérios de exclusão, procedemos em 2007, com a ajuda de diferentes especialistas em cada tema e no ambiente da Sala de Formação do CEIFER Biobanco, à publicação do livro “REFLEXÕES SOBRE A AVALIAÇÃO DE DADORES DE GÂMETAS E EMBRIÕES”. Este estudo serve-nos de suporte para realizar o processo de selecção de dadores.

No CEIFER Biobanco só são admitidos os candidatos a dadores com valores seminais mínimos.

Estes valores são muito superiores aos considerados como normais pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Isso permite-nos poder oferecer posteriormente amostras com valores seminais ideais, entre 10-12 milhões/mL pós-descongelamento.

Valores seminais mínimos

  • Concentração espermática: 80 milhões-spz/mL
  • Motilidade espermática: 50%
  • Morfologia espermática: 4%

Realizam-se todos os estudos necessários para descartar doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Serologias

São realizados testes serológicos a todos os dadores, tanto em fase inicial como após os seis meses de quarentena.

Doença Marcadores
VIH Ag p24, Ab 1+2
Hepatite B HBsAg, HBsAb, HBcAb (IgM, IgG)
Hepatite C anti-HCV-Ab
Sífilis TPHA-VDRL
CMV Ab CMV (IgM, IgG)*

* Se IgM de Anti-CMV for positivo, é realizada uma analise através de PCR.
Ab: Anticorpos (antibodies); Ag: antígenos (antigens).

Chlamyidia

Realiza-se igualmente uma cultura microbiológica em todas as amostras doadas, assim como PCR na urina de Chlamydia.

É realizada uma cultura microbiológica com um duplo sentido:

  • Descartar microorganismos patogénicos que podem causar doenças na mulher destinatária.
  • Proteger as culturas realizadas em técnicas de IVF das contaminações que ameaçam a viabilidade da técnica.

Portanto, são descartados esses dadores e/ou amostras que não cumprem:

  • Nenhum crescimento de agentes patogénicos.
  • Crescimento de flora regional < 1000 UFC/mL.
  • Grupo sanguíneo
  • Fator Rh
  • Hemograma
  • Hemostasia
    • Atividade Protrombina
    • TTPA
  • Bioquímica:
    • Glicose
    • Creatinina
    • Colesterol total
    • Colesterol HDL
    • Triglicerídeos
    • Transaminases (GOT,GPT)

O nosso protocolo de estudo genéticoso é o mais completo dos bancos de sémen existentes, tanto ao nivel nacional como mundial.

Isto permite a eliminação dos candidatos a dadores que são portadores das doenças genéticas mais prevalentes, principalmente daqueles que por seu caráter autossômico recessivo só se manifestam na prole.

Estudo cromossómico– Cariótipo

Somente são aceitos os candidatos a dadores com um cariótipo normal. Além disso, os candidatos a dadores com variantes polimórficas do cariótipo, são descartados porque têm piores resultados em reprodução humana assistida.

Estudo de Portadores de Doenças Monogênicas Recessivas

São realizados estudos genéticos que permitem a eliminação dos candidatos a dadores que são portadores das doenças monogênicas recessivas mais prevalentes em nosso ambiente (Europa Mediterrânea).

Doença Gene Sequenciação
Fibrose cística CFTR Ver Tabela 1*
Atrofia muscular espinhal SMN1 Gene completo
Surdez neurossensorial autossómica recessiva tipo DFNB GJB2 Gene completo
Alfa-talassemia HBA1/HBA2 Gene completo
Beta-talassemia HBB Gene completo
Febre mediterrânica familiar MEFV Gene completo
Deficiência de fenilalanina hidroxilase PAH Gene completo
Doença de Pompe GAA Gene completo
Síndrome de Alport COL4A4 Gene completo
Síndrome de Smith-Lemli-Opitz DHCR7 Gene completo
Doença de Tay Sachs HEXA Gene completo
Deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase G6PD Gene completo

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Para reduzir o risco de os descendentes afetarem estas e outras doenças, recomenda-se realizar matching genético (mais informações abaixo em Banco DNA e Matching Genético)

BANCO DE DNA

Desde 2005 o CEIFER Biobanco tem um banco de DNA de dadores. Assim, em caso de ocorrência de doenças genéticas na descendência, podemos realizar os estudos oportunos pertinentes.

Deste modo o CEIFER Biobanco tem uma visão global e a mais avançada tecnologia para:

  • O estudo de doenças genéticas por casos de nascidos vivos afectos en la descendência.
  • A incorporação do estudo de novas doenças genéticas no rastreio de dadores.

MATCHING GENÉTICO

O matching genético compara a informação genética do dador com a mulher destinatária, a fim de evitar a transmissão de doenças genéticas recessivas. Para isto é realizado o estudo de mais da 307 genes associados a doenças monogênicas autossômicas recessivas. Esta análise é realizada utilizando as mais modernas técnicas de sequenciação massiva (Next Generation Sequencing – NGS).

Entre os mais de 307 genes estudados estão incluídas variantes com incidência particularmente elevada na área Mediterrânea.

Os resultados dos nossos dadores são comparados com o estudo genético semelhante na mulher recetora, seleccionando um dador adequado, de modo que dador e recetora não compartilham mutações nos mesmos genes.

(O protocolo do matching genético não anula o risco na prole de ter ou ser portador de doenças genéticas autossômicas recessivas, mesmo que seja uma das doenças estudadas. O seu objectivo é a redução significativa dos riscos, dependendo esta redução da doença estudada).

DOENÇAS ESTUDADAS

EnfermedadGen
17-beta-hydroxysteroid dehydrogenase X deficiency HSD17B10
2-methylbutyrylglycinuria ACADSB
3-Methylcrotonyl-CoA carboxylase 1 deficiency MCCC1
3-Methylcrotonyl-CoA carboxylase 2 deficiency MCCC2
Aarskog-Scott syndrome, Mental retardation, X-linked syndromic 16 FGD1
Achondrogenesis Ib SLC26A2
Achromatopsia-3 CNGB3
Acyl-CoA dehydrogenase, medium chain, deficiency of ACADM
Acyl-CoA dehydrogenase, short-chain, deficiency of ACADS
Acyl-CoA dehydrogenase, short-chain, deficiency of CYP17A1
Adrenal hyperplasia, congenital, due to 21-hydroxylase deficiency CYP21A2
Adrenoleukodystrophy ABCD1
Alkaptonuria HGD
Allan-Herndon-Dudley syndrome SLC16A2
Alpha-methylacetoacetic aciduria ACAT1
Alpha-thalassemia/mental retardation syndrome ATRX
Alport syndrome, autosomal recessive, COL4A4 related
Anauxetic dysplasia RMRP
Androgen insensitivity AR
Argininemia ARG1
Argininosuccinic aciduria ASL
Arts Syndrome PRPS1
Aspartylglucosaminuria AGA
Ataxia with isolated vitamin E deficiency TTPA
Ataxia-telangiectasia ATM
Auditory neuropathy, autosomal recessive, 1 OTOF
Autoimmune polyendocrinopathy syndrome, type I, with or without reversible metaphyseal dysplasia AIRE
Autosomal Recessive Polycystic Kidney Disease (ARPKD) PKHD1
Bardet-Biedl syndrome 1 BBS1
Bardet-Biedl syndrome 10 BBS10
Bardet-Biedl syndrome 14, Joubert syndrome 5, Meckel syndrome 4, Senior-Loken syndrome 6 CEP290
Bardet-Biedl syndrome 2 BBS2
Bartter syndrome, type 4a BSND
Biotinidase deficiency BTD
Bjornstad syndrome BCS1L
Canavan disease ASPA
Carbamoylphosphate synthetase I deficiency CPS1
Carnitine deficiency, systemic primary SLC22A5
Carnitine-acylcarnitine translocase deficiency SLC25A20
Cerebral creatine deficiency syndrome 1 SLC6A8
Cerebrotendinous xanthomatosis CYP27A1
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 5 CLN5
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 8 CLN8
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 10 CTSD
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 3 CLN3
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6, 601780 CLN6
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 7 MFSD8
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, type 1 PPT1
Ceroid lipofuscinosis, neuronal, type 2 TPP1
Charcot-Marie-Tooth disease, type 4B1 MTMR2
Charcot-Marie-Tooth disease, type 4C SH3TC2
Charcot-Marie-Tooth disease, type 4D NDRG1
Charcot-Marie-Tooth Neuropathy Type 4A GDAP1
Cholestasis, benign recurrent intrahepatic, 2 ABCB11
Citrullinemia ASS1
Citrullinemia, neonatal-onset type II SLC25A13
Coffin-Lowry syndrome RPS6KA3
Combined malonic and methylmalonic acidemia ACSF3
Cone rod dystrophy 3 ABCA4
Cone-rod dystrophy, X-linked, 1 RPGR
Congenital disorder of glycosylation, type Ia PMM2
Corneal endothelial dystrophy and sensorineural deafness (CDPD) SLC4A11
CPT I (Carnitine Palmitoyltransferase IA) deficiency, hepatic, type IA CPT1A
CPT II (Carnitine Palmitoyltransferase) deficiency, lethal neonatal CPT2
CRASH/ MASA syndrome L1CAM
Cystathioninuria CTH
Cystic fibrosis, Congenital bilateral absence of vas deferens CFTR
Cystinosis, atypical nephropathic CTNS
Cystinuria SLC3A1
Cystinuria SLC7A9
Deafness, autosomal recessive 1A (DFNB1-related) GJB2
Deafness, autosomal recessive 12 CDH23
Deafness, autosomal recessive 18A USH1C
Deafness, autosomal recessive 23 PCDH15
Deafness, autosomal recessive 4, with enlarged vestibular aqueduct SLC26A4
Deafness, digenic GJB2/GJB3 GJB3
Dent disease 2 OCRL
Dihydrolipoamide dehydrogenase deficiency DLD
Duchenne muscular dystrophy, Becker muscular dystrophy DMD
Dysprothrombinemia, Prothrombin thrombophilia / Factor II deficiency F2
Ehlers-Danlos syndrome, type VI PLOD1
Ellis-van Creveld Syndrome EVC2
Emphysema due to Alpha1 Anti-Trypsin deficiency SERPINA1
Epidermolysis bullosa dystrophica, AR COL7A1
Epidermolysis bullosa, junctional, Herlitz type LAMB3
Epilepsy, X-linked, with variable learning disabilities and behavior disorders SYN1
Epileptic encephalopathy, early infantile, 1 ARX
Ethylmalonic encephalopathy ETHE1
Fabry disease GLA
Factor V Deficiency F5
Factor XI deficiency, autosomal recessive F11
Familial Mediterranean fever, autosomal recessive MEFV
Fanconi anemia FANCA
Fanconi anemia, complementation group C FANCC
Folate malabsorption, hereditary SLC46A1
Fragile X syndrome FMR1
Friedreich ataxia with retained reflexes FXN
Fructose intolerance ALDOB
Fumarase deficiency FH
G6PD deficiency / Favism G6PD
Galactokinase deficiency with cataracts GALK1
Galactose epimerase deficiency GALE
Galactosemia GALT
Gaucher disease, perinatal lethal GBA
Glutamate formiminotransferase deficiency FTCD
Glutaric acidemia IIA ETFA
Glutaric acidemia IIB ETFB
Glutaric acidemia IIC ETFDH
Glutaric aciduria, type I GCDH
Glycine encephalopathy AMT
Glycine encephalopathy GLDC
Glycogen storage disease Ia G6PC
Glycogen storage disease Ib SLC37A4
Glycogen storage disease II / Pompe disease GAA
Glycogen storage disease IIIa AGL
Glycogen storage disease IV GBE1
GM1-gangliosidosis, types I, II, III GLB1
Goldmann-Favre syndrome NR2E3
HARP syndrome PANK2
Hartnup disorder SLC6A19
Heimler syndrome, type 2 PEX6
Hemochromatosis, type 3 TFR2
Hemochromatosis: Type 2A: HFE2 Related HFE2
Hemophilia A, factor VIII deficiency, X-linked F8
Hemophilia B, factor IX deficiency F9
Herlitz Junctional Epidermolysis Bullosa: LAMC2 Related LAMC2
Histidinemia HAL
HMG-CoA lyase deficiency HMGCL
Holocarboxylase synthetase deficiency HLCS
Homocystinuria, B6-responsive and nonresponsive types CBS
Homocystinuria-megaloblastic anemia, cbl E type MTRR
Hypercholesterolemia, familial LDLR
Hypercholesterolemia, familial, autosomal recessive LDLRAP1
Hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, type 2 KCNJ11
Hypermethioninemia due to adenosine kinase deficiency ADK
Hypermethioninemia due to Glycine N-methyltransferase deficiency GNMT
Hypermethioninemia with deficiency of S-adenosylhomocysteine hydrolase AHCY
Hypermethioninemia, persistent, due to MAT1 deficiency MAT1A
Hyperoxaluria III HOGA1
Hyperoxaluria, primary, type I AGXT
Hyperoxaluria, primary, type II GRHPR
Hyperphenylalaninemia, BH4-deficient, A PTS
Hyperphenylalaninemia, BH4-deficient, C QDPR
Hyperphenylalaninemia, BH4-deficient, D PCBD1
Hyperprolinemia, type II ALDH4A1
Hypogonadotropic hypogonadism 7 without anosmia GNRHR
Hypothryoidism, congenital, nongoitrous 4 TSHB
Hypothyroidism, congenital, nongoitrous 1 TSHR
Ichthyosis, congenital, autosomal recessive 1 TGM1
Immunodeficiency, X-linked, with hyper-IgM CD40LG
Isovaleric acidemia IVD
Joubert syndrome 2 TMEM216
Joubert syndrome 4 NPHP1
Joubert syndrome 8 ARL13B
Joubert syndrome-3 AHI1
Krabbe disease GALC
LCHAD deficiency HADHA
Leber congenital amaurosis 13 RDH12
Leber congenital amaurosis 2 RPE65
Leber congenital amaurosis 8 CRB1
Leber congenital amaurosis-1 GUCY2D
Leber congenital amaurosis-4 AIPL1
Leigh syndrome, French-Canadian type LRPPRC
Leigh syndrome, due to COX deficiency SURF1
limb-girdle muscular dystrophy type 2B DYSF
Lipoid adrenal hyperplasia STAR
Lissencephaly, X-linked DCX
Macular corneal dystrophy CHST6
Malonyl-CoA decarboxylase deficiency, 248360 MLYCD
Mannosidosis, alpha-, types I and II MAN2B1
Maple syrup urine disease, type II DBT
Maple syrup urine disease, type IaBCKDHA
Maple syrup urine disease, type IbBCKDHB
McArdle disease / Glycogen Storage Disease: Type VPYGM
Meckel syndrome 1 MKS1
Mental retardation and microcephaly with pontine and cerebellar hypoplasia CASK
Mental retardation syndrome, X-linked, Siderius type PHF8
Mental retardation, X-linked OPHN1
Mental retardation, X-linked 1/78 IQSEC2
Mental retardation, X-linked 12/35 THOC2
Mental retardation, X-linked 21/34 IL1RAPL1
Mental retardation, X-linked 30/47 PAK3
Mental retardation, X-linked 41 GDI1
Mental retardation, X-linked 58 TSPAN7
Mental retardation, X-linked 63 ACSL4
Mental retardation, X-linked 9 FTSJ1
Mental retardation, X-linked 90 DLG3
Mental retardation, X-linked 94 GRIA3
Mental retardation, X-linked 97 ZNF711
Mental retardation, X-linked 99 USP9X
Mental retardation, X-linked syndromic 5 AP1S2
Mental retardation, X-linked syndromic, Raymond type ZDHHC9
Mental retardation, X-linked syndromic, Turner type HUWE1
Mental retardation, X-linked, Asperger syndrome susceptibility, X-linked NLGN4X
Mental retardation, X-linked, FRAXE type AFF2
Mental retardation, X-linked, syndromic 13 MECP2
Mental retardation, X-linked, syndromic 14 UPF3B
Mental retardation, X-linked, syndromic 15 CUL4B
Mental retardation, X-linked, syndromic, Claes-Jensen type KDM5C
Metachromatic leukodystrophy ARSA
Methylmalonic aciduria and homocystinuria, cblC type MMACHC
Methylmalonic aciduria and homocystinuria, cblD type MMADHC
Methylmalonic aciduria and homocystinuria, cblF type LMBRD1
Methylmalonic aciduria, vitamin B12-responsive, cbIB type MMAB
Methylmalonic aciduria, vitamin B12-responsive, cblA type MMAA
Methylmalonic aciduria, mut(0) type MUT
Methylmalonic and propionic acidemia and homocystinuria, cbIJ type ABCD4
Methylmalonyl-CoA epimerase deficiency MCEE
Mevalonic aciduria MVK
Microphthalmia, isolated 3 RAX
MTHFR Deficiency MTHFR
Mucolipidosis III alpha/beta, and type II GNPTAB
Mucolipidosis IV MCOLN1
Mucopolysaccharidosis Ih / Hurler Syndrome IDUA
Mucopolysaccharidosis II / Hunter Syndrome: X-linked IDS
Mucopolysaccharidosis IVA GALNS
Mucopolysaccharidosis type IIIA (Sanfilippo A) SGSH
Mucopolysaccharidosis type IIIB (Sanfilippo B), 252920 NAGLU
Mucopolysaccharidosis type IIIC (Sanfilippo C) HGSNAT
Mucopolysaccharidosis type IIID GNS
Mucopolysaccharidosis type VI (Maroteaux-Lamy) ARSB
Muscular dystrophy, limb-girdle, 2A CAPN3
Muscular dystrophy, limb-girdle, type 2D SGCA
Muscular dystrophy, limb-girdle, type 2E SGCB
Muscular dystrophy-dystroglycanopathy (congenital with brain and eye anomalies) POMGNT1
Muscular dystrophy-dystroglycanopathy (congenital with brain and eye anomalies), type A, 1 POMT1
Muscular dystrophy-dystroglycanopathy (congenital with brain and eye anomalies), type A, 2 POMT2
Muscular dystrophy-dystroglycanopathy (congenital with brain and eye anomalies), type A, 5 FKRP
Myotonia congenita, dominant CLCN1
Nemaline myopathy 2, autosomal recessive NEB
Nephrotic syndrome, type 1 (Finnish Type) NPHS1
Neutropenia, severe congenital 3, autosomal recessive HAX1
Niemann-Pick disease, type A SMPD1
Niemann-Pick Disease, Type C2 NPC2
Niemann-Pick Disease: Type C1 NPC1
Nijmegen breakage syndrome NBN
Norrie disease NDP
Nystagmus 6, congenital, X-linked GPR143
Ornithine transcarbamylase deficiency OTC
Osteogenesis imperfecta, type VIII P3H1
Pelizaeus-Merzbacher disease, 312080 PLP1
Peroxisomal acyl-CoA oxidase deficiency ACOX1
Peroxisome biogenesis disorde 6A, Zellweger syndrome PEX10
Peroxisome biogenesis disorder 1A, Zellweger syndrome-1 PEX1
Phenylketonuria PAH
Phosphoglycerate kinase 1 deficiency PGK1
Pituitary hormone deficiency, combined, 2 PROP1
Primary ciliary dyskinesia DNAH5
Propionic acidemia PCCA
Propionic acidemiaPCCB
Pyruvate carboxylase deficiency PC
Pyruvate dehydrogenase E1-beta deficiency PDHB
Renpenning syndrome PQBP1
Retinitis pigmentosa 2 RP2
Retinitis pigmentosa 25 EYS
Retinitis pigmentosa 26 CERKL
Retinitis pigmentosa 39 USH2A
Retinitis pigmentosa 43 PDE6A
Retinitis pigmentosa 45 CNGB1
Retinitis pigmentosa 46 IDH3B
Retinitis pigmentosa 49 CNGA1
Retinitis pigmentosa 59 DHDDS
Retinoschisis: X-linked RS1
Rhizomelic chondrodysplasia punctata, type 1; Peroxisome biogenesis disorder PEX7
Rhizomelic chondrodysplasia punctata, type 3 AGPS
Sandhoff disease, infantile, juvenile, and adult forms HEXB
SCID, autosomal recessive, T-negative/B-positive type JAK3
Segawa syndrome, recessive (tyrosine hydroxylase deficiency) TH
Severe combined immunodeficiency due to ADA deficiency ADA
Severe combined immunodeficiency, X-linked IL2RG
Smith-Lemli-Opitz syndrome DHCR7
Spastic ataxia, Charlevoix-Saguenay type (ARSACS) SACS
Spastic paraplegia 11, autosomal recessive SPG11
Spastic paraplegia 7, autosomal recessive SPG7
Spinalmuscle atrophy (several types) SMN1
Tay-Sachs disease, GM2-gangliosidisus, several forms HEXA
Thalassemia, alpha- HBA1
Thalassemia, alpha-HBA2
Thalassemias, beta- (Sickle Cell Anemia) HBB
Thrombocytopenia, congenital amegakaryocytic MPL
Thryoid dyshormonogenesis 6 DUOX2
Thyroid dyshormonogenesis 1 SLC5A5
Thyroid dyshormonogenesis 2A TPO
Thyroid dyshormonogenesis 3 TG
Thyroid dyshormonogenesis 4 IYD
Thyroid dyshormonogenesis 5 DUOXA2
Thyroid hormone resistance THRB
Treacher Collins syndrome 3 POLR1C
Trifunctional protein deficiency HADHB
Tyrosinemia, type I FAH
Tyrosinemia, type II TAT
Usher syndrome, type 1B; Deafness, autosomal dominant 11MYO7A
Usher syndrome, type 1G USH1G
Usher syndrome, type 2D / Deafness, autosomal recessive 31 WHRN
Usher syndrome, type 3A CLRN1
Ventricular tachycardia, catecholaminergic polymorphic, 2 CASQ2
Ventricular tachycardia, catecholaminergic polymorphic, 5, with or without muscle weakness, 615441 TRDN
VLCAD deficiency ACADVL
Walker-Warburg syndrome (congenital with brain and eye anomalies) FKTN
Wilson disease ATP7B
Wolman disease (lysosomal acid lipase deficiency) LIPA
X-linked mental retardation (XLMR) associated with macrocephaly BRWD3
X-linked mixed deafness with perilymphatic gusher POU3F4

Congelação

Utilizamos meios de congelação certificados pela autoridade competente (marcação CE) para uso em seres humanos.

  • Isto leva-nos a cumprir as recomendações mais exigentes dos organismos internacionais para bancos de células e tecidos humanos (Directiva europeia 2004/23/CE).
  • Assegura-nos a rastreabilidade deste processo, permitindo-nos, em caso de incidência, conhecer o lote de fabricação e a obtenção de informação que identifique o problema.
  • Garante a esterilidade do nosso processo de congelação.

No nosso processo de congelação utilizamos palhetas termoseláveis de alta segurança biológica (marca CBS).

  • O material de construção destas palhetas (tipo resina) dota-as de grande flexibilidade, tornando-as praticamente inquebráveis, eliminando o grande problema das palhetas tradicionais.
  • A impossibilidade de quebra e o facto de que as palhetas são fechadas através de teleselagem garante que o sémen nunca entre em contacto com o azoto líquido e reduz quase para zero o risco de contaminação entre amostras.

As palhetas são identificadas com um CÓDIGO ÚNICO que incorpora o código seriado e o código do dador. Isto permite-nos a rastreabilidade de cada palheta.

  • Impressão de código do dador, impossibilitando desta forma a confusão entre palhetas de diferentes dadores.
  • Impossibilidade de manipulação externa do código, ao não se poder apagar sem a destruição da etiqueta.
  • Fácil identificação por parte do Centro de PMA receptor.

Utilizamos um equipamento de enchimento e termoselagem automática (CBS).

  • Permite não manipular a amostra, eliminando a possibilidade de contaminação e erros nesta parte do processo.
  • Homogeneidade do enchimento de palhetas.
  • Fecho através de termoselagem automática, impedindo a possibilidade de contaminação entre amostras por rotura do sistema de fecho, problema inerente à selagem de palhetas tradicionais e criotubos.

O nosso processo de congelação realiza-se com Biocongeladores computorizados específicos para sémen (Cryologic CL-8800i).

  • Otimização e homogeneidade de resultados, ao poder reproduzir a intensidade e tempo de congelação.
  • Diminuição de possibilidade de contaminação externa, própria dos processos de congelação abertos.
  • Rastreabilidade da temperatura do processo de congelação, permitindo guardar a curva de todas as nossas congelações.

Realizamos dois métodos ou sistemas de congelação, que também definem dois tipos de amostras disponíveis para os centros de PMA:

 

SÉMEN TOTAL

Tratamento do sémen antes da congelação

O ejaculado (sémen total) é diluído com Freezing Medium – TEST yolk buffer (IrvineScientific) numa proporção de 1: 1.

Preparação da amostra antes de usar

As amostras devem ser submetidas a um tratamento de recuperação de espermatozóides móveis , para eliminar o líquido seminal, os crioprotetores, os espermatozoides não móveis e os restos celulares e detritus.

Indicações de utilização

  • Inseminação intra-uterina
  • FIV convencional
  • ICSI

 

READY USE

Tratamento do sémen antes da congelação

O sémen é submetido a um tratamento de recuperação de espermatozóides móveis mediante gradientes de densidade, lavagem posterior e diluição (1: 3) com Sperm Freeze (FertiPro).

Preparação da amostra antes de usar

Recomendamos lavar a amostra para a remoção dos crioprotetores.

Indicações de utilização

  • Inseminação intra-uterina
  • ICSI

Armazenamento

O armazenamento das palhetas é realizado em contentores que contêm azoto líquido, à temperatura de -196°C.

  • Serão armazenadas as palhetas por imersão em contentores de azoto liquido.
  • A nossa forma de armazenamento, junto com o uso de palhetas de alta segurança, garante a “não contaminação” cruzada entre amostras.

Os nossos contentores são controlados continuamente, tanto a nível de temperatura como de enchimento.

  • Diminui o sofrimento de amostras
  • Elimina o risco de contaminação das amostras

Quando uma amostra sai do nosso banco é eliminada do registo definitivamente.

  • Se uma palheta é devolvida ao CEIFER Biobanco nunca será rearmazenada
  • Todas as amostras não utilizadas devem ser devolvidas ao CEIFER Biobanco para serem destruídas

Transporte

Apenas utilizamos contentores homologados. O azoto líquido viaja absorvido num material poroso.

  • Homologados para uso de transporte de amostras biológicas
  • Homologados para transporte aéreo e terrestre
  • Segurança ao não se produzir derramamento durante a viagem

EMBALAGEM

  • Os contentores para transporte viajam dentro de embalagens de segurança.
  • A fortaleza e o sistema de fechamento destas embalagens fornecem um extra de segurança e por consequência, há um menor sofrimento das amostras e dos contentores durante a viagem.
  • Estes embalagens podem também adaptar um sistema antimanipulação.

 

SISTEMA ANTIMANIPULAÇÃO

  • O sistema é formado por uma presilha numerada, ancorada ao sistema de fecho.
  • O número de identificação da presilha é único e é indicado no relatório de envio.

O nosso sistema de transporte permite dispor de uma amostra num prazo máximo de 24 horas.

Desde 1993 que realizamos todo o transporte de amostras através da empresa MRW. Isto faz com que proporcionemos um tratamento preferencial, podendo resolver no momento os problemas inerentes ao transporte denominado urgente.

  • Existe um seguimento específico dos nossos envios durante o transporte.
  • Mais de 20 anos sem nenhum roubo garantem a cadeia de custódia.
  • Para ver todos os serviços, consultar pedido de amostras.

Sistema de Gestão da Qualidade

O CEIFER Banco de Sémen possui certificação ISO 9001: 2015 desde 2004 em todos os seus processos: recrutamento de doadores, seleção, aquisição de amostras de esperma, congelamento, armazenamento e transporte. A certificação foi concedida pela SGS, entidade credenciada para certificações ISO na Espanha. Nosso Sistema de Gestão da Qualidade é baseado em processos estratégicos e está refletido em nossa Política de Qualidade.

Política de Qualidade (Espanhol)
Baixar Certificado PDF

 

ISO 9001:2008 CEIFER Banco de Semen

 Instruções de uso amostras de sémen

Descrição do que contém o envio de amostras de sêmen, documentação associada às amostras de doadores de sêmen e protocolos de descongelamento para amostras conservadas em nitrogênio líquido.

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